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Brasil

21/07/2019 ás 14h38

71

Pedro Francisco

Porto Velho/Rondônia / RO

AFINAL, O BRASIL É OU NÃO O PAÍS DA FOME?
EM QUE PAÍS VIVEMOS
AFINAL, O BRASIL É OU NÃO O PAÍS DA FOME?
Foto de Arquivo

AFINAL, O BRASIL É OU NÃO O PAÍS DA FOME?


 


 


Afinal, o Brasil é ou não o país da fome?


 


 


Desde que nós brasileiros descobrimos que vivemos em um dos países mais ricos do mundo, nos debatemos com esse assunto e ele se acentuou mais desde a última sexta feira (19/07), quando o presidente da república entrou nessa questão de fome. Segundo os últimos dados disponíveis, 5.653 pessoas morreram de desnutrição no ano de dois mil e dezessete (2.017), ou seja, uma média de quinze (15) pessoas diariamente deixam famílias em prantos e desespero, sempre aguardando qual será o próximo a nos deixar.


Os dados, segundo fontes divulgadoras sobre segurança alimentar, contradizem o pronunciamento de vossa excelência o presidente da república, que disse ser uma “grande mentira, dizer que no Brasil há fome”. De acordo com suas palavras, falar isso no Brasil é uma grande mentira. O que pode acontecer é uma pessoa passar mal, no quesito alimentação, não comendo bem, de acordo com ele, passar fome não. Isso foi dito em um “LAUTO” café da manhã com correspondentes internacionais e, acrescentou ainda: “Você não vê gente mesmo pobre pelas ruas com o seu porte físico esquelético, conforme vemos em outros países pelo mundo” disparou.


Nós brasileiros, desde o descobrimento do Brasil, somos sabedores de que à alimentação não é das melhores, em tempos idos, podemos ter tido até uma “farta” alimentação, digamos, mais saudável, onde os “ingredientes” químicos ainda não faziam parte da produção alimentar no país e no mundo. Evidentemente que temos dificuldades de ter uma alimentação adequada a “sustança” do povo brasileiro, muitos, por pura ignorância em se alimentar adequadamente, claro, cada um com a sua peculiaridade pessoal e os que realmente não encontram meios de se alimentarem adequadamente. Nos últimos trinta (30), vinte (20) anos, a população brasileira foi induzida a se alimentar de forma “equivocada” pelas “mídias” das empresas de gêneros alimentícios, consentidas pelas autoridades do setor, que nos levou a consumir do péssimo ao menos ruim, isso, falando-se de localidades mais “abastadas”, com renda salarial mais elevada. Quanto às pessoas que vivem em regiões onde a sua subsistência é mais difícil, tanto pela aridez da terra, dificuldade de plantação, dificuldades de financiamentos de sementes, insumos e outras coisas que podem influir na produção agrícola.


Agora, falar-se que no Brasil não se passa fome, isso é uma incoerência enorme. Existem cidades no Brasil, na região nordeste, por exemplo, sempre foi uma região onde a fome imperou e foi “financiada” e “mantida” pelos políticos, para que estes pudessem ter o que negociar em épocas de eleições gerais ou não, tal qual foi na última eleição onde o senhor presidente foi eleito. Evidente que não podemos “generalizar” as situações de todas as pessoas, existem os acomodados e os que ficam na “esperança” (do verbo esperar”, que ficam eternamente aguardando que alguém lhes de o “peixe”, ao invés de ter a “ESPERANÇA” de que alguém lhe traga uma “vara”, para que ele mesmo possa “pescar” o seu peixe.


Os governos da dita “esquerda”, foram os que mais trabalharam com a “fome” e a “miséria” do povo brasileiro. Fez o que deveria ser feito para a “dominação dos seus eleitores da fome, inclusive, nos grandes centros industriais e produtivos, eles produziram e fomentaram o desemprego. Tanto é, que hoje se diz termos um número de quatorze (14.000.000) milhões de desempregados no Brasil, número esse que não podemos concordar, pois se analisarmos com cautela, esse número sobe para mais de trinta (30.000.000) milhões, se somarmos os membros de uma família que, em sua maioria, existem quatro (04) pessoas em cada lar. Partindo desse prisma, podemos tranquilamente dizer que no Brasil passamos muito malsim em muitas circunstâncias e, que a fome campeia uma parcela considerável de irmãos que não conseguem sequer fazer uma refeição adequada ao dia.


Com todo o respeito ao senhor Presidente da República, senhor Jair Messias Bolsonaro, sugiro que o mesmo em sua “sapiência” e de sua equipe, possam fomentar urgentemente o desenvolvimento da construção civil em nível nacional, para que gere emprego e renda e naõ fique “liberando” dinheiro do próprio povo (FGTS,PIS,PASEP) e outros “bichos” mais, para tão somente financiar um paliativo momentâneo, que em nada ajuda o país em si, somente o consumo, mais dinheiro em impostos e lucro para os comerciantes, muitos deles, já a beira da falência empresarial.


Bora pensar nisso Presidente?


Pedro Francisco


Jornalista 1.297-RO/BR

FONTE: Pedro Francisco

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